segunda-feira, 21 de março de 2011

'Calma, finge que voa.'


É certo que fica a falta de motivo ou só um
pra dançar sozinha em cima da lua
lembrando como é ser criança depois de séculos.
Andei por mil anos e fui uma,
a cada lugar e sorriso que me prendeu.
Fiquei, permaneci imóvel a cada estação,
irracional e simplesmente uma parte de tudo.


E olho assim .. para os mesmos braços,
o mesmo corpo, a mesma inconstância.
O que muda é quem e o que fica entre os abraços,
o que pega no corpo, em cada parte.
Raro. Tocar e ser tão raros ... mas ainda me lembro.
E fica o espaço, a vontade, o capricho.

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