Como fotografia, meus olhos
- agora tão claros e esverdeados, além de cansados -
puderam capturar aquele lugar.
O calor, as cores, a respiração.
Feito criança vislumbrada com mágica barata,
mergulhei na ilusão e me neguei a ser vítima do kronos
bem amparado no vasinho de flor do vizinho.
Não queria, não poderia crer que tal verdade
se sobressaía a tudo, ao mundo.
Estática, só eu, olhando pra dentro de mim.
E o resto todo, mudança, vir a ser.
Mesmo se fosse uma devastadora tempestade
anunciando sua chegada, causando qualquer temor,
eu não pude me fechar para o inusitado
para o temor diante da beleza e do não dito.
É que fico, permaneço, fortaleço algumas raízes
e me recuso a tentar não pertencer
a todo esse encanto diante de algo bem maior.
E bem baixinho suplico, olhando para minh'alma
tão frágil na palma das mãos ... 'vai ficar tudo bem.'

q coisa mais linda menina; poesia gostosa de ler... vou t seguir aqui, e posta mais ;>
ResponderExcluirbibi
Ô Bibi *--* muuuuito obrigada! Abandonei um pouco o blog mas vou voltar a postar sim :D
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